segunda-feira, 25 de fevereiro de 2008



ATENDIMENTOS:

* YOGAMASSAGEM AYURVEDICA;
* TERAPIAS AYURVEDICAS: ABHYANGA, SHIRODHARA, PINDA SWEDA, GARSHANA;
* MASSAGENS ANTI STRESS;
* DRENAGEM LINFÁTICA;
* ZEN SHIATSU;
* TERAPIA COM FLORAIS.

LOCAL :

* Centro Integrado de Ciências Ayurvedicas.
Rua: Cesário Galeno, 186 - Piso Superior - Tatuapé
Fone: (11) 4105-5838 /8695-2138 ou 9173-8490
Atendimentos de 2ª a Sábado
Ligue e agende o seu horário!

quinta-feira, 7 de fevereiro de 2008

WORKSHOP: YOGAMASSAGEM AYURVEDICA



Conteúdo:
* conceitos básicos de Ayurveda,
* conceito básicos sobre os Doshas,
* o que é Massagem e seus benefícios,
* demonstração de posturas e manobras realizadas durante a Yogamassagem

Horário: das 16h às 19h.

Valor: R$ 53,00

OBs: os participantes ainda concorrem a uma Yogamassagem Ayurvedica.
Vagas Limitas

LOCAL: Delphos Terapias, Conhecimento e Harmonia

R. Inácio Rodrigues de Moraes, 70 Chácara dos Machados - Itú/SP
www.delphoss.com.br


INFORMAÇÕES E RESERVAS:

Tel: (11) 4013-3959 com Valéria
ou
(11) 4105-5838 com Rosana

quarta-feira, 24 de outubro de 2007

TERAPIAS AYURVEDICAS

As Terapias Ayurvédicas fazem parte dos atendimentos de PurvaKarma, que são denominados "tratamento suave“(Shamana). Alguns dos atendimentos, podem ser feitos de forma avulsa para fins de: relaxamento, estética ou manutenção.
Algumas das Terapias Ayurvédicas são: Abhyanga, Shirodhara, Udvartana, Swedana, Pinda Sweda, Hridi Basti, Kati Basti, Garshana.

ABHYANGA
Massagem Terapêutica, originada da milenar ciência do Ayurveda, que tem como objetivo revitalizar o ser humano, através do equilíbrio dos doshas. A Massagem é realizada com óleo aquecido medicinal em todo o corpo, estimulando a circulação sangüínea e linfática e eliminando as toxinas.
A técnica produz a nutrição dos sete tecidos do corpo, tecidos estes que de acordo com a filosofia do Ayurveda é encontrado e nutrido através da estimulação dos
pontos marmas. Os pontos marmas são o encontro dos sete tecidos do corpo “dhatus”, e quando cada ponto e dinamizado durante a massagem, na verdade estamos equilibrando todo o corpo. Neste caso podemos concluir que ao receber abhyanga massagem o ser humano esta recebendo acima de tudo “saúde”.

Indicações: Minimização de problemas, de circulação, edemas, musculares, respiratórios, digestivos, intestinais, fadiga, principalmente fadiga crônica, reumatismo, nevralgia, muito bom resultado em fibromialgias, favorece maior resistência física, ao sono e aos órgãos sensoriais e motores. Auxiliar ao intelecto melhorando a memória e a capacidade de aprendizagem, aumenta a auto estima e diminui o stress devido ao estado de relaxamento que a pessoa alcança ao realizar a massagem.

Realizada a 2 ou a 4 mãos.
Duração: 1:00 hora.

SHIRODHARA

Shirodhara é palavra sânscrita que traduzindo para o português entende-se como "fluxo continuo na cabeça", onde "shiro" - significa cabeça e "dhara" - significa fluxo contínuo.
Segundo o Ayurveda o objetivo da terapia é o equilíbrio natural dos doshas também palavra sânscrita que significa humores corporais, que são Vata, Pitta e Kapha, eliminando a causa principal da enfermidade e seus sintomas. Uma vez recomposto o equilíbrio doshico, os tecidos debilitados pela enfermidade devem ser rejuvenecidos.
A técnica atua sobre a glândula pineal, responsável por vários distúrbios neurológicos.
O tratamento é realizado a partir do uso de um veículo de acordo com o dosha dominante de cada pessoa, então podemos usar como veículo, óleo, chá ou um preparodo especial feito a base de leite. Este veículo é utilizado no tratamento a uma temperatura morna agradável, onde colocado em um pote , fica fluindo continuamente por um determinado tempo sobre a testa.
Este fluxo constante produz ondas circulares que vão acalmar o cérebro, então determinados distúrbios onde a causa principal está no sistema neurológico podem encontrar ,através da shirodhara, um potente tratamento auxiliar a qualquer outro tratamento médico ortodoxo.
A principal ênfase deste tratamento está na nutrição dos canais energéticos pelo prana, através da shirodhara.
Segundo esta filosofia, não adianta cuidar do cérebro separadamente do cerebelo, do hipotalamo, ou do centro motor , é necessário que se nutra o prana, através da nutrição do prana o indivíduo poderá alcançar um harmonioso estado de bem estar.
Vários distúrbios podem ser tratados através do shirodhara como: problemas de natureza psicológica, fadiga mental; tem ação benéfica sobre a função da fala, problemas para se manter concentrado, distúrbios do sistema nervoso, depressão, paralisias em geral, tremores, insônia, epilepsia, doenças psicossomáticas, diabetes, hipertensão, psoríase, fibromialgias, enxaquecas e mesmo como tratamento de beleza fortalecendo a saúde dos cabelos, da pele e prevenindo rugas. Muito indicado como tratamento pós terapias nos casos de quimio e radio terapias no tratamento para o câncer.
Um melhor resultado com o tratamento shirodhara é alcançado quando o paciente recebe uma "Abhyanga" anteriormente, então, várias considerações deverão ser avaliadas para que o tratamento possa alcançar o objetivo esperado.
Dependendo do grau do distúrbio um melhor resultado é alcançado quando o paciente faz um programa de tratamento de sete dias seqüenciais, porém cada caso deverá ser analisado pelo terapeuta.

Duração: 2:00 horas


UDVARTANA

Massagem aquecedora manual para incrementar o fluxo sanguíneo para a superfície da pele e promover uma suave esfoliação.
Utilizando pó de mesocarpo de babaçu que é friccionado na pele deixando-a macia e purificada.
Após este trabalho é realizado uma massagem de em torno de meia hora para finalizar este efetivo tratamento que desintoxica e nutre todos os tecidos.
Udvartana tem sido utilizada tradicionalmente na Índia por centena de anos e é até hoje oferecida e apreciada como um especial tratamento para revigorar o corpo e trazer paz e harmonia para a mente.
É reconhecida em toda Índia como uma terapia que promove o rejuvenescimento do corpo, tornando-o mais lustroso, macio, saudável.



PINDA SWEDA

Técnica de rejuvenescimento altamente eficaz que usa arroz cozido, amarrado em forma "trouxinhas", que são imersas em uma decocção herbária e leite.
Estas "trouxinhas" são utilizadas para massagear todo o corpo. Após ser realizada uma massagem abhyanga é realizado o pinda sweda em todo o corpo, menos rosto e cabeça.
É útil em paralisias, debilidades, artrite óssea, artrite reumatóide; é anti envelhecimento, rejuvenescedor e melhora dos tecidos.

Realizado sempre após a abhyanga e a 4 mãos.

Duração: 2:00 horas



KATI BASTI



O principal benefício desta terapia está relacionada a espasmos musculares, rigidez na coluna lombar, assim como desarmonias vertebrais como a hérnia discal.
A técnica consiste em colocação de grande quantidade de óleo medicinal, dentro de uma “ilha”, feita com massa de farinha integral.
O óleo será trocado a cada 5 minutos.
Temperatura morna.



GARSHANA
Estímulo da pele realizado com luva de seda pura e pós medicinais, acoplado a uma deliciosa massagem relaxante.
Este é um tratamento herbário especializado para redução de peso. Um pasta herbária ou pó é aplicado por todo o corpo e este é profundamente massageado com movimentos específicos executados pelo terapeuta durante cerca de uma hora.
Melhora a qualidade da pele, tonifica os músculos, diminuindo a flacidez, remove celulite, reduz o peso, remove toxinas de Kapha do corpo.
Duração: 1:00 hora

terça-feira, 9 de outubro de 2007

FINAL DOS CURSOS DE MASSAGEM AYURVEDICA

As turmas se esforçaram pra valer e o resultado foi ótimo.
Parabéns a todos por terem vencido mais esse desafio.
Momentos que merecem ser registrados ....


quinta-feira, 28 de dezembro de 2006

YOGAMASSAGEM AYURVÉDICA


A Massagem Ayurvédica é utilizada há mais de 5.000 anos. Durante essa terapia são realizados toques profundos, com óleo aquecido, manobras de alongamento e trações do yoga. Realizada com óleos vegetais puros e com manobras específicas, é realmente uma massagem que equilibra e revigora corpo – mente- espírito. Uma das particularidades que diferencia a Yogamassagem Ayurvédica das demais é o fato de se realizar, mesmo que de maneira muito simples, um pequeno diagnóstico para se determinar o dosha que está em desequilíbrio, para que o trabalho seja único, individual.

Principais Benefícios:
* realinha a postura corporal;
* aumenta a flexibilidade das articulações e dos músculos;
* aumenta o fluxo de energia vital;
* rejuvenesce corpo-mente-espírito;
* restabelece a harmonia entre: vata, pitta e kapha;
* equilibra os chakras;
* induz a um profundo relaxamento e bem-estar.

É indicada para alívio:

* stress, ansiedade;

* depressão;

* dores nas costas, pescoço e ombros;

* artrite;

* respiração fraca;

* dores musculares;

* prisão de ventre;

* insônia;

Cada sessão dura aproximadamente 1:30 h.

Permita-se e marque uma sessão ou presenteie a quem você ama!

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Local de atendimento:
Centro Integrado de Ciências Ayurvedicas
Rua Cesário Galeno, 186 - Piso Superior - Tatuapé
Fone: 4105-5838
Ligue e agende o seu horário!

Informações: Rosana - Tel: (11) 9173-8490
Email:rosanayurveda@yahoo.com.br

sábado, 23 de dezembro de 2006

CHACRAS




AS PRINCIPAIS CARACTERÍSTICAS DOS CHACRAS
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1. CHACRA CORONÁRIO
Localização: topo da cabeça;
Correlação Física: ligado à Glândula Pineal (epífise);
Cor: Violeta, branco-fluorescente ou dourado.
É o chacra mais importante, pois é o responsável pela irrigação energética do cérebro.
Bem desenvolvido, facilita a lembrança e a conscientização das projeções da consciência. É muito importante na telepatia, na mediunidade, nas expansões da consciência e na recepção de temas elevados.
É o chacra por onde penetra a energia cósmica.
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2. CHACRA FRONTAL
Localização: fronte;
Correlação Física: ligado à Glândula Hipófise (pituitária);
Cor: Índigo, branco-azulado, amarelo ou esverdeado.
É o responsável pela energização dos olhos e do nariz.
Bem desenvolvido, facilita a clarividência e a intuição. Por vezes, a sua atividade cria uma palpitação na testa ou sensação de calor (parece um coração batendo na testa).
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3. CHACRA LARÍNGEO
Localização: garganta;
Correlação Física: ligado à Glândula Tireóide (e paratireóides);
Cor: azul-celeste; lilás, branco prateado ou rosa.
É o responsável pela energização da boca, garganta e órgãos respiratórios.
Bem desenvolvido, facilita a psicofonia e a clariaudiência. É considerado também como um filtro energético que bloqueia as energias emocionais, para que elas não cheguem até os chacras da cabeça.
É o chacra responsável pela expressão criativa (comunicação) do ser humano no mundo.

4. CHACRA CARDÍACO
Localização: centro do peito;
Correlação Física: ligado à Glândula Timo;
Cor: verde e amarelo-ouro.
É o chacra responsável pela energização do sistema cárdio-respiratório. É considerado o canal de movimentação dos sentimentos.
É o chacra mais afetado pelo desequilíbrio emocional. Bem desenvolvido, torna-se um canal de amor para o trabalho de assistência espiritual.
Quando existe um bloqueio nesse chacra, a pessoa sente depressão, angústia, irritação ou pontadas no peito.

5. CHACRA UMBILICAL
Localização: cerca de 1 cm acima do umbigo;
Correlação Física: ligado ao pâncreas;
Cor: Amarelo, verde-forte .
É responsável pela energização do sistema digestório. É considerado o chacra das emoções inferiores.
Quando está bloqueado, causa enjôo, medo ou irritação. Bem desenvolvido, facilita a percepção das energias ambientais.
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6. CHACRA SACRO
Localização: baixo-ventre;
Correlação Física: ligado aos testículos (homem) ou ovários (mulher);
Cor: laranja, roxo ou vermelho (dependendo das circunstâncias).
É o responsável pela energização dos órgãos sexuais.
Quando está bloqueado, causa impotência sexual ou desânimo. Quando superexcitado, causa intenso desejo sexual.
Bem desenvolvido, estimula o melhor funcionamento dos outros chacras e ajuda no despertar da kundalini. É o chacra da troca sexual e da alegria.

7. CHACRA BÁSICO
Localização: base da coluna;
Correlação Física: ligado às Glândulas supra-renais;
Cor: vermelhão.
É o responsável pela absorção da kundalini (energia telúrica) e pelo estímulo direto da energia no corpo e na circulação do sangue.
Obs: Aqui estão listados os sete principais chacras considerando as suas ligações com as glândulas endócrinas correspondentes.
O chacra do baço não está listado entre os sete devido a ser um chacra secundário e também pelo fato de não ter nenhuma glândula endócrina ligada a ele. Porém, como ele é incluído em alguns sistemas de estudos energéticos, seguem abaixo as suas características:

CHACRA ESPLÊNICO:
Localização: em cima do baço;
Correlação Física: não possui ligação com nenhuma glândula;
Cor: o amarelo e o verde-claro.
É o responsável pela energização do baço. É considerado um “dínamo do corpo humano”, pois é através dele que penetra uma parte da energia (prana) do ambiente.
Bem desenvolvido, favorece a soltura do duplo etérico e, conseqüentemente, o desenvolvimento da mediunidade, bem como a soltura do psicossoma em relação às projeções da consciência.

Texto extraído do site: www.ippb.org.br

MITOLOGIA HINDU

A Mitologia Hindú


A mitologia hindu é provavelmente uma das mais antigas do mundo. Seus primeiros mitos remontam a, talvez, 8000 anos e nasceram numa região conhecida como Vale do Indo (no atual Paquistão). Desde que os primeiros tempos em que os humanos se sentiam protegidos dentro de uma caverna e sentavam em volta de uma fogueira, à vontade de contar os seus feitos para os demais, fez surgir a mitologia. Contar histórias sempre foi um dos principais passatempos dos seres humanos.
Joseph Campbell, o conhecido estudioso da mitologia mundial, nos ensina que "o mito é a abertura secreta através da qual as energias inesgotáveis do cosmos são lançadas nas manifestações culturais humanas" e "a função primordial da mitologia e do mito sempre foi oferecer símbolos que fazem progredir o espírito humano." O panteão hindu constitui uma tentativa formidável de criar máscaras pelas quais o ser humano tenta falar dos seus sonhos e medos. A mitologia hindu inicia com o imanifestado (Adhinatha), que se manisfesta na trimurti
Brahma,Vishnu e Shiva, unidade na pluralidade. Na mitologia hindu incluem-se todas as possibilidades: deuses, semi-deuses, seres celestiais, anjos, demônios e vampiros cujas sagas e peripécias serviram desde antigidade para alimentar o imaginário e os ideais do ser humano. Apesar desta inegável multiplicidade, o hinduísmo não é tão politeísta quanto aparenta; tirar essa conclusão seria tão leviano como concluir, olhando para o santoral cristão, que o cristianismo é politeísta. O hinduísmo, tem uma base filosófica dividida em dharshanas (pontos de vista), mas até certo ponto termina a lógica e começa o imaginário de difícil determinação.

Armas não conseguem cortá-lo,
fogo não pode queimá-lo,
água não consegue molhá-lo,
ventos não podem secá-lo...
Ele é eterno e tudo permeia,
sutil, imóvel e sempre o mesmo.
Bhagavad Gítá, II:23-24

Vale apenas ressaltar que, para os indianos não é mitilogia, é Fé.



Brahma



Brahma é o primeiro deus da Trimurti, a trindade hindu mas não recebe tanta importância como os outros dois: Vishnu e Shiva. Brahma é considerado pelos hindus a representação da força criadora ativa no universo. A visão de universo pelos hindus é cíclica. Depois que um universo é destruído por Shiva, Vishnu se encontra dormindo e flutuando no oceano primordial. Quando o próximo universo está para ser criado, Brahma aparece montado num Lótus, que brotou do umbigo de Vishnu e recria todo o universo. Depois que Brahma cria o universo, ele permanece em existência por um dia de Brahma, que vem a ser aproximadamente 4.320.000.000 anos em termos de calendário hindu. Quando Brahma vai dormir, após o fim do dia, o mundo e tudo que nele existe é consumido pelo fogo, quando ele acorda de novo, ele recria toda a criação, e assim sucessivamente, até que se completem 100 anos de Brahma, quando esse dia chegar, Brahma vai deixar de existir, e todos os outros deuses e todo o universo vão ser dissolvidos de volta para seus elementos constituíntes. Brahma é representado com quatro cabeças, mas originalmente, era representado com cinco. O ganho de cinco cabeças e a perda de uma é contado numa lenda muito interessante. De acordo com os mitos, ele possuía apenas uma cabeça. Depois de cortar uma parte do seu próprio corpo, Brahma criou dela uma mulher, chamada Satrupa, também chamada de Sarasvati. Quando Brahma viu sua criação, ele logo se apaixonou por ela, e já não conseguia tirar os olhos da beleza de Satrupa. Naturalmente, Satrupa ficou envergonhada e tentava se esquivar dos olhares de Brahma movendo-se para todos os lados. Para poder vê-la onde quer que fosse, Brahma criou mais três cabeças, uma à esquerda, outra à direita e outra logo atrás da original. Então Satrupa voou até o alto do céu, fazendo com que Brahma criasse uma quinta cabeça olhando para cima, foi assim que Brahma veio a ter cinco cabeças. Da união de Brahma e Satrupa, nasceu Suayambhuva Manu, o pai de todos os humanos. Nas escrituras, é mencionado que a quinta cabeça foi eliminada por Shiva.
Brahma falou desrespeitosamente de
Shiva, que abriu seu terceiro olho e queimou a quinta cabeça de Brahma. Brahma tem quatro braços e nas mãos ele segura uma flor de Lótus, seu Cetro, colher, um rosário, um vaso contendo água benta e os Vedas. O veículo de Brahma é o cisne "Hans-Vahana", o símbolo do conhecimento. A esposa de Brahma é Sarasvati, a Deusa da Sabedoria.

Na Índia, Brahma é pouco cultuado, pois na visão hindu, sua função já se acabou depois que o universo foi criado. As lendas sobre Brahma não são tantas nem tão ricas quanto as de Vishnu e Shiva. Para Vishnu e Shiva, existem incontáveis templos de adoração, mas para Brahma, apenas um, que fica no lago Pushkar em Ajmer. Dia de Brahma Brahma vive cem anos, mas não são anos humanos, são anos de Brahma. O período do dia ou da noite da vida de Brahma é chamado de Kalpa, quando a noite de Brahma chega, o universo é reabsorvido (Pralaya) no seu sono divino.
Um Kalpa corresponde a 4.320.000.000 anos terrestres. A idade da Terra é medida em quatro Yugas ou "Eras", que são: Satya-Yuga: 4.800 anos Treta-Yuga: 3.600 anos Dwapara-Yuga: 2.400 anos Kali-Yuga: 1.200 anos Total: 12.000 anos A cada Yuga que se passa, a virtude no mundo vai caindo progressivamente. Na Satya-Yuga a virtude prevalece e o mal é desconhecido. Na Treta-Yuga a virtude cai para três quartos. Na Dwapara-Yuga a virtude já caiu pela metade. Na Kali-Yuga, só resta um quarto de virtude. As quatro Yugas juntas formam a Mahayuga.


Vishnu


Na mitologia hindu, Vishnu (em hindi, विष्‍ण, da raiz sans. vishva = tudo), juntamente com Shiva e Brahma formam a Trimurti, a trindade divina hindú, sendo Vishnu o deus responsável pela manutenção do universo. Nas duas representações comuns de Vishnu, ele aparece flutuando sobre as ondas em cima das costas de uma Serpente-Deus chamada "Shesh Nag", ou flutuando sobre as ondas com seus quatro braços, cada mão segurando um de seus atributos divinos, uma concha, um disco de energia, o Lótus e um Cajado. A concha se chama "Panchjanya", que têm nela todos os cinco elementos da criação: ar, fogo, água, terra e éter. Quando se assopra nessa concha, pode se ouvir o som que deu origem à todo o universo, o Om O disco, ou roda de energia de Vishnu, se chama "Sudarshana" ele representa o controle dos seis sentimentos, e serve de arma para cortar a cabeça de qualquer demônio. O Lótus de Vishnu, se chama Padma, e é o símbolo da pureza e representa a Verdade por trás da ilusão. O cajado de Vishnu, se chama "Kaumodaki", ele representa a força da qual toda a força física e mental do universo são derivadas. Segundo o hinduísmo, Vishnu vem ao mundo de diversas formas, chamadas avatares, que podem ser humanas, animais ou uma combinação dos dois. Todos esses avatares aparecem ao mundo, quando um grande mal ameaça a Terra, no total, existem dez avatares de Vishnu, das quais nove já se manifestaram no nosso mundo - sendo Rama e Krishna os mais conhecidos - e outra ainda está por vir.
São elas:
Matsya, o Peixe; Kurma, a Tartaruga; Varaha, o Javali; Narashima, o Homem-Leão; Vamana, o Anão; Parashurama, o Homem com o machado; Rama Krishna Buddha, o Iluminado (Sidarta Gautama) Nota: segundo os budistas, há 24 Budas, que não são encarnações de Vishnu, um deus de outra religião. Sidarta Gautama, o Buda histórico, foi um dos Budas. Kalki, o espadachim montado a cavalo que ainda está por vir. A esposa de Vishnu é a deusa Lakshmi, deusa da prosperidade e sorte que o acompanha encarnado na terra como esposa de seus avatares. O veículo de Vishnu é Garuda, a águia gigante. Vishnu tem uma forte relação com a água (Nara), tanto que um de seus nomes é "Narayana", aquele que flutua sobre as águas. Ele é representado ao lado de uma Serpente com muitas cabeças, já mencionada anteriormente. Do seu umbigo, nasce uma flor de Lótus da qual emerge Brahma, o deus criador do universo.
Os outros nomes de Vishnu:
Os nomes derivam dos atributos do deus. Acyutah (firme, permanente) Ananta (sem fim, eterno, infinito) Kesava (de cabelo abundante e belo) Narayana ("o que está sobre a água") Madhava (relacionado à primavera) Govinda (chefe dos pastores: um nome de Krishna) Madhusudanah (aquele que destrói o demônio Madhu) Trivikrama Vamana (anão) Aridhara Hrsikeshah Padmanabha (de cujo umbigo brota o lótus que contém Brahma) Damodara (um nome de Krishna) Gopala (pastor: ref. Krishna) Janardanah Vāsudeva (filho de Vasudeva: ref. Krishna) Anantasayana Sriman Srinivasa.

Shiva


Shiva é um deus ("Deva") hindu, o Destruidor (ou o Transformador), participante da Trimurti juntamente com Brahma, o Criador, e Vishnu, o Preservador. Uma das duas principais linhas gerais do Hinduísmo é chamada de Shivaísmo em referência a Shiva. As cobras que Shiva usa como colares e braceletes simbolizam o seu triunfo sobre a morte, a sua imortalidade. O filete de água que se vê jorrar de seus cabelos é o rio Ganges. Conta a lenda que o Ganges era um rio muito revolto que corria na morada dos deuses. Os homens pediram para que o rio corresse também na terra. Porém, o impacto da queda d'água seria muito violento. Para resolver o problema, Shiva permitiu que o rio escorresse suavemente para a terra pelos seus longos cabelos. Sendo o asceta eremita da Trimurti, Shiva é considerado o criador do Yôga, que teria ensinado pela primeira vez a sua esposa Parvati.

Fonte: www.wikipedia.org